sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Jamyl Asfury (DEM)


Jamyl Asfury (DEM) – “Dentro do processo democrático concordamos e discordamos de coisas. Não somos contra a reforma, mas contra alguns pontos dela. Quando falamos de cargos temporários, e já discutimos isso, a preocupação é com os quadros novos que incentivamos a serem formados dentro das universidades e que podem não ter chance de encontrarem vaga no mercado de trabalho. Temos que ter a responsabilidade de dar os meios necessários para o governador trabalhar, mas em nossa opinião quando se faz contratos que duram 48 meses ou quatro anos o serviço deixa de ser temporário e passa a ser serviço de uma gestão. Proponho que se diminua os prazos dessas contratações temporárias para 12 meses prorrogáveis por até 24. O que não podemos é através de lei destituir o que é mais democrático que é o concurso público. Creio que 24 meses é tempo suficiente para se iniciar os programas de Governo e nesse ínterim realizar concursos públicos”.
Yuri Marcel
Foto: Odair Leal

Agência Aleac

Fonte: aleac.net

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Deputado Jamyl Asfury diz que fiscalizará o governo em benefício da população

Integrante da bancada de recém-chegados ao Poder Legislativo, o deputado Jamyl Asfury (DEM) demonstrou empolgação e disposição para atuar em seu primeiro discurso no plenário da Casa, realizado nesta quinta, 3, durante a sessão plenária. Asfury, que irá integrar o bloco de oposição do governo, disse que fará o trabalho de fiscalizar o poder público com responsabilidade e irá procurar ter embasamento em suas denúncias. “Seremos fiscais de verdade, porque acredito que não há nada mais importante nesta Casa que a fiscalização. E isso deve ser feito vendo o que há de positivo e negativo”.
O parlamentar revelou ainda que apesar de fazer fiscalização em todas as áreas, deverá dar mais atenção à Segurança Pública, sua especialidade. Ele acredita ainda que se há crime e corrupção na sociedade a culpa é do sistema que não dá condições para que a situação seja coibida.

“Quando estamos lá fora percebemos que determinados delitos são cobrados de pessoas. Não culpo as pessoas que operam, culpo o sistema. Temos que lutar aqui pela condição do homem, porque quando ele tem estrutura ele pode perseverar”.

Ele defendeu o fim do apadrinhamento político em detrimento da contratação de pessoas especializadas para ocupar cargos de gestão. “Precisamos acabar com o apadrinhamento porque acredito que a pessoa tem que ter  sensibilidade para cuidar de um setor como a Saúde, por exemplo. Preciso dizer que muita coisa mudou, mas muita coisa ainda precisa ser feita. Estamos aqui para fazer a vontade do povo e não agradar um número determinado de pessoas”.

Yuri Marcel
Foto: Odair Leal
Agência Aleac

 
 Fonte: www.aleac.net